Criar cabras sem critério técnico na escolha da raça é um dos erros mais comuns — e mais caros — na caprinocultura.
Quando a raça não combina com o objetivo da produção, o resultado aparece rápido: baixo rendimento, mais custos e pouca rentabilidade.
Cada sistema de criação exige um tipo de animal. Algumas raças se destacam pela produção de leite, outras pelo ganho de peso e rendimento de carcaça, e há aquelas que entregam bom equilíbrio entre os dois.
No criativo acima, destacamos quatro raças amplamente utilizadas no Brasil, justamente por apresentarem desempenho comprovado no campo.
🐐 Raças que mais geram resultado na caprinocultura
Anglo-Nubiana
Raça de dupla aptidão, muito valorizada por produzir leite e carne com boa rusticidade. É bastante utilizada em sistemas semi-intensivos e se adapta bem às condições brasileiras.
Boer
Reconhecida mundialmente como referência para produção de carne. Apresenta excelente rendimento de carcaça, rápido ganho de peso e alto valor comercial.
Saanen
Considerada uma das principais raças leiteiras do mundo. Destaca-se pela alta produção de leite, exigindo manejo nutricional e sanitário bem planejado para expressar todo o seu potencial.
Toggenburg
Raça resistente, com boa produção de leite e capacidade de adaptação a diferentes climas, desde que manejada em condições adequadas.
📊 A raça errada compromete todo o sistema
Escolher a raça sem considerar objetivo produtivo, clima, manejo e mercado é um erro que afeta toda a cadeia da criação.
A decisão correta impacta diretamente:
- produtividade do rebanho
- custo de alimentação
- sanidade
- retorno financeiro
💡 Aprender a criar com critério muda o resultado
Na Educa Agro EAD, o foco é ensinar como escolher, manejar e conduzir a criação de forma profissional, conectando teoria e prática do campo.
Os conteúdos são pensados para quem quer sair do improviso e começar a criar com planejamento, eficiência e visão de negócio.
👉 Criar no escuro custa caro.
Aprender a criar com critério é o que transforma produção em resultado.






